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A alimentação ainda é um assunto complicado no Brasil. Enquanto 16 de outubro é marcado como Dia Mundial da Alimentação, o País registra números elevados de pessoas convivendo com a fome ou a insegurança alimentar. Dados da Organização das Nações Unidas de 2023 indicavam 21 milhões de brasileiros afetados pela fome e mais de 70 milhões pela insegurança alimentar, que é a dificuldade ou falta de acesso à alimentação adequada e regular.
Por outro lado, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) registra mais de 55% dos brasileiros com excesso de peso, o que representa um aumento preocupante nos últimos anos.
Embora pareçam contrastantes, a verdade é que a falta de acesso a uma alimentação adequada também pode contribuir para o sobrepeso e a obesidade. De fato, o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras e sódio tem um papel significativo. E esse cenário é preocupante, pois está diretamente relacionado ao surgimento de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares.
Não por acaso, manter uma alimentação balanceada é essencial para a preservação da saúde. Especialistas reforçam que uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras ajuda a regular o metabolismo, fortalecer o sistema imunológico e prevenir o desenvolvimento de diversas doenças. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% dos casos de doenças cardíacas e diabetes tipo 2 poderiam ser evitados com a adoção de hábitos alimentares mais saudáveis e a prática regular de exercícios físicos.
Além disso, estudos indicam que uma alimentação equilibrada pode melhorar a qualidade de vida, aumentar a disposição e até mesmo contribuir para a saúde mental, reduzindo os níveis de estresse e ansiedade.
Ainda assim, a alimentação saudável é muitas vezes cercada por mitos que podem dificultar a adesão a novos hábitos. Um bom exemplo é a crença de que é necessário eliminar totalmente carboidratos ou gorduras da dieta para perder peso ou manter a saúde. Na verdade, esses nutrientes são essenciais ao organismo, e a chave para uma alimentação saudável está no equilíbrio e na qualidade dos alimentos escolhidos.
Outra confusão importante é com relação aos produtos industrializados comercializados como saudáveis. Especialistas pontuam que mesmo os itens com menos aditivos ainda são industrializados e podem conter substâncias em quantidades perigosas. Por isso, é importante estar atento aos rótulos e sempre optar pelas opções naturais.
Realmente, um dos grandes desafios no Brasil é o aumento no consumo de alimentos ultraprocessados. As embalagens com produtos prontos para o consumo substituem refeições caseiras e nutritivas por produtos industrializados, como salgadinhos, refrigerantes e biscoitos recheados. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, os brasileiros estão consumindo menos frutas, verduras e legumes, enquanto a ingestão de alimentos ricos em açúcares e gorduras saturadas continua a crescer.
Esse padrão alimentar tem impactado diretamente a saúde da população, contribuindo para o aumento dos índices de sobrepeso e obesidade, que já afetam mais da metade dos brasileiros. Cabe ressaltar ainda que o excesso de peso está associado a uma série de complicações, como apneia do sono, doenças articulares e maior predisposição a infecções.
A alimentação saudável é um dos pilares da prevenção de doenças crônicas. O consumo regular de alimentos ricos em fibras, antioxidantes e vitaminas ajuda a proteger o organismo contra inflamações e o estresse oxidativo, fatores que estão ligados ao desenvolvimento de diversas condições de saúde, como distúrbios metabólicos, doenças cardíacas e até o câncer.
Portanto, adotar uma alimentação equilibrada não apenas melhora a qualidade de vida, mas também reduz os riscos de problemas de saúde a longo prazo. Manter uma dieta saudável, aliada à prática regular de atividades físicas, é o caminho para uma vida mais longa e com maior bem-estar.
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