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Voltar Cardiologista da Unimed Sudoeste de Minas participa de encontro nacional sobre obesidade e diabetes

Cardiologista da Unimed Sudoeste de Minas participa de encontro nacional sobre obesidade e diabetes

Dr. Fábio Fonseca representou Passos em evento científico que reuniu cerca de mil médicos para discutir avanços no tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiometabólicas.
25 de agosto, 2026


 

O cardiologista e cooperado da Unimed Sudoeste de Minas, Dr. Fábio Fonseca, participou, em 25 de julho, em São Paulo (SP), de um encontro científico dedicado aos avanços no tratamento da obesidade, do diabetes mellitus tipo 2 e das doenças cardiometabólicas. O evento reuniu cerca de mil médicos de diferentes regiões do Brasil, além de especialistas nacionais e internacionais.

Atuando em Passos, no Sul de Minas Gerais, o médico acompanhou apresentações sobre novas evidências científicas, terapias e estratégias para o tratamento da obesidade e de suas condições associadas. A participação também contribui para a atualização profissional e para a incorporação de conhecimentos científicos à prática clínica.

Obesidade é uma doença crônica

Um dos temas discutidos durante o encontro foi a compreensão atual da obesidade como uma doença crônica, progressiva e multifatorial. A condição está relacionada à interação de diferentes fatores, incluindo aspectos genéticos, hormonais, metabólicos, ambientais e comportamentais.

Esse entendimento reforça a importância de uma abordagem individualizada e de acompanhamento médico contínuo. Para o Dr. Fábio Fonseca, o tratamento da obesidade deve considerar as características e necessidades de cada paciente.

“A obesidade é uma doença que exige tratamento baseado em evidências científicas e acompanhamento a longo prazo. Assim como ocorre com a hipertensão arterial e o diabetes, cada paciente precisa de uma abordagem individualizada para alcançar melhores resultados”, afirma.

Qual é a relação entre obesidade e saúde cardiovascular?

A obesidade está associada a diversos fatores de risco e condições que podem afetar a saúde cardiovascular, como hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e alterações metabólicas. Também pode estar relacionada a maior risco de doenças cardiovasculares, incluindo insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC).

Por esse motivo, o cuidado com o excesso de peso passou a fazer parte de uma abordagem mais ampla de saúde cardiometabólica, que integra a avaliação do coração, do metabolismo e dos principais fatores de risco cardiovascular.

Segundo o cardiologista, essa visão integrada é importante para a prevenção e o acompanhamento dos pacientes.

“Hoje sabemos que tratar a obesidade também significa prevenir infartos, AVCs e insuficiência cardíaca. Grande parte dos pacientes atendidos na cardiologia apresenta o excesso de peso como um dos principais fatores relacionados à evolução da doença”, destaca.

Novos estudos ampliam as perspectivas para o tratamento da obesidade

Durante o encontro, foram apresentados resultados de estudos clínicos recentes e discutidas novas perspectivas para o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.

Os avanços científicos dos últimos anos têm ampliado as possibilidades terapêuticas para pacientes selecionados, com estudos que avaliam não apenas a redução do peso corporal, mas também possíveis impactos sobre fatores de risco cardiovascular, doenças associadas e qualidade de vida.

O desenvolvimento de novas terapias também reforça a importância da avaliação individualizada, já que a escolha do tratamento depende das características clínicas, dos objetivos e das necessidades de cada paciente.

Uso de medicamentos exige orientação médica

Outro tema discutido durante o encontro foi a utilização de medicamentos para o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.

Com o aumento da procura por tratamentos para perda de peso, especialistas também chamam a atenção para os riscos da automedicação e da utilização de produtos de procedência desconhecida ou comercializados fora dos canais autorizados.

O acompanhamento profissional é importante para avaliar a indicação, os possíveis benefícios, os riscos, as contraindicações e a necessidade de acompanhamento durante o tratamento.

“O tratamento da obesidade deve ser conduzido de forma ética e segura. É fundamental que o paciente procure acompanhamento médico e utilize medicamentos com indicação e orientação de profissionais habilitados. Produtos de origem desconhecida podem representar sérios riscos à saúde”, alerta o cardiologista.

Tratamento da obesidade envolve diferentes áreas

A abordagem atual da obesidade não se limita a uma única estratégia. O acompanhamento pode envolver alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, mudanças no estilo de vida, acompanhamento multiprofissional e, quando houver indicação médica, utilização de medicamentos.

A definição da estratégia terapêutica deve considerar as características individuais de cada paciente e ter como objetivo não apenas a redução do peso, mas também a prevenção e o controle de doenças associadas e a promoção da saúde cardiovascular.

Atualização médica contribui para a qualidade da assistência

Para o Dr. Fábio Fonseca, a participação em encontros científicos é uma oportunidade de acompanhar a evolução do conhecimento médico e manter a prática clínica alinhada às evidências mais recentes.

“A atualização constante permite oferecer aos pacientes um atendimento cada vez mais seguro, moderno e baseado nas melhores evidências disponíveis. Esse intercâmbio de conhecimento contribui diretamente para a qualidade da assistência prestada à população”, conclui.

A participação do cardiologista reforça o compromisso da Unimed Sudoeste de Minas com a atualização de seus cooperados e com a busca contínua por conhecimento científico aplicado à assistência em saúde.

Perguntas frequentes sobre obesidade e saúde cardiovascular

A obesidade é uma doença crônica?

Sim. A obesidade é reconhecida como uma doença crônica, progressiva e multifatorial. Seu desenvolvimento envolve diferentes fatores e, por isso, o tratamento deve ser individualizado e acompanhado por profissionais de saúde.

Qual é a relação entre obesidade e saúde cardiovascular?

A obesidade pode estar associada a fatores de risco cardiovasculares, como hipertensão arterial, diabetes tipo 2 e alterações metabólicas. O controle do excesso de peso pode fazer parte de uma estratégia mais ampla de cuidado com a saúde cardiovascular, conforme avaliação médica.

A obesidade aumenta o risco de doenças cardiovasculares?

A obesidade está associada a um maior risco de diversas condições cardiovasculares e metabólicas. A avaliação individual é importante para identificar os fatores de risco presentes e definir estratégias de prevenção e tratamento.

Como é feito o tratamento da obesidade?

O tratamento é individualizado e pode envolver mudanças no estilo de vida, alimentação equilibrada, atividade física, acompanhamento multiprofissional e, quando indicado, medicamentos. A estratégia depende das características e necessidades de cada paciente.

Medicamentos para obesidade precisam de acompanhamento médico?

Sim. A indicação e o acompanhamento do uso de medicamentos devem ser realizados por profissionais habilitados, considerando o histórico clínico, possíveis contraindicações, interações e resposta ao tratamento.