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Profissionais de instituições de idosos recebem apoio psicológico da Unimed Sul Capixaba durante a pandemia

Profissionais de instituições de idosos recebem apoio psicológico da Unimed Sul Capixaba durante a pandemia

Profissionais de instituições de idosos recebem apoio psicológico da Unimed Sul Capixaba durante a pandemia

19 Agosto 2020

Em Cachoeiro de Itapemirim, profissionais que atuam em duas instituições filantrópicas de idosos, grupo de risco da Covid-19, têm a oportunidade de receber suporte psicológico da Unimed Sul Capixaba durante a pandemia. As consultas presenciais agendadas com psicólogos começaram no dia 4 de agosto, no Centro de Especialidades Unimed (CEU), beneficiando cuidadores do Lar Adelson Rebello Moreira, de Monte Líbano, instituição administrada pela Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro em parceria com o Instituto Pró-Vitae.

Ainda neste mês, também serão atendidos profissionais do Lar João XXIII, do bairro Aquidaban, administrado pela Diocese de Cachoeiro de Itapemirim por meio do Movimento de Cursilhos de Cristandade do Brasil. A iniciativa tem como objetivo dar apoio psicológico e orientar cerca de 60 colaboradores das duas instituições a como lidar com as emoções e angústias próprias e dos assistidos nesse período de enfrentamento ao novo coronavírus. No Adelson Rebello Moreira, a maioria dos idosos, homens e mulheres na faixa etária de 65 anos a 94 anos, é bem ativa e participava no dia a dia de diversas atividades fora do lar.

Desde o início da pandemia, estão em isolamento social no lar, com contato e cuidados restritos sendo realizados pelos profissionais, entre eles, enfermeiros, cuidadores e auxiliares de limpeza. “O apoio psicológico é importante porque muitos desse profissionais têm receio de serem os responsáveis pela transmissão do vírus dentro dos lares. Com as consultas, eles podem se fortalecer emocionalmente para exercerem a sua atividade profissional de forma mais tranquila”, explica a assistente de Responsabilidade Social da Unimed Sul Capixaba, Bárbara Mendes Vargas.

Ela ressalta que a iniciativa é, inclusive, resultado de uma demanda do Lar Adelson Rebello Moreira, que já foi beneficiado pontualmente por outras ações da cooperativa. O atendimento psicológico foi uma necessidade que a instituição estava tendo, e a Unimed decidiu apoiar, estendendo a ação, agora, também para o Lar João XXIII. Foi criado um calendário com as datas e os horários em que psicólogos estão disponíveis para prestar atendimento, ficando os lares de idosos responsáveis por encaixar os seus colaboradores que têm interesse nas consultas.

O gerente de Gestão de Pessoas e Serviços da Unimed Sul Capixaba, Atílio Peixoto, enfatiza que toda a sociedade passa por um momento difícil e que as consultas psicológicas são uma forma de contribuir para que as pessoas tenham mais equilíbrio e saúde emocional. “Além de toda a apreensão natural do período, os idosos estão isolados, sem receber visitas e se sentindo sozinhos, exigindo ainda mais dos profissionais dos lares”, destaca Atílio.

A assistente de Captação de Recursos do Lar Adelson Rebello Moreira, Sirlene Pereira Motta, conta que a instituição, logo no começo da pandemia, ficou muito preocupada, uma vez que os idosos são grupo de risco da doença. “Começamos a acompanhar o número de idosos infectados e a ver que muitos estavam indo a óbito. Como consequência, nossos profissionais passaram a ficar apreensivos por conta da responsabilidade que têm no cuidado com os assistidos. Por isso, o suporte psicológico tem sido tão importante”, afirma.

Andressa Tanure Ramos Pinto, enfermeira do Lar Adelson Rebello Moreira, é uma das profissionais que já tiveram consulta com psicólogo da Unimed Sul Capixaba. “Gostei muito da oportunidade de me consultar e terei mais três sessões. O apoio psicológico é importante para nós, profissionais, que estamos enfrentamos uma pressão grande. Nossos idosos têm uma vida ativa, saem para fazer atividades e  nesse momento estão impedidos de tudo isso. Não é fácil fazê-los entender que precisam ficar confinados. Exige de nós muito carinho e paciência”, diz.


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