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Diabetes gestacional

        25 de outubro, 2019

É a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto. Assim como nos outros casos de diabetes, a causa exata é desconhecida. No entanto, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, pode ser uma etapa da diabetes tipo 2, pois em ambos o que ocorre não é a deficiência acentuada na produção de insulina, mas a resistência à ação dessa substância.

Durante a gestação, a placenta produz alguns hormônios em grande quantidade para garantir que o feto receba todos os nutrientes necessários para se desenvolver. Esses hormônios acabam criando uma resistência à ação da insulina no organismo da mãe. Nas mulheres com diabetes gestacional esta resistência é exagerada. A diabetes gestacional costuma aparecer por volta da vigésima quarta semana de gravidez, por isso o rastreamento para a doença ocorre nesse período.

Principais fatores de risco:

Idade acima de 25 anos

Obesidade ou ganho de peso excessivo durante a gravidez

História familiar de diabetes em parentes de 1º grau

Crescimento fetal excessivo, hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez atual

Antecedentes obstétricos de morte fetal ou neonatal, de peso excessivo do bebê ou de diabetes gestacional

Cuidados para gestante diabética

Após o diagnóstico da diabetes gestacional o tratamento inicia com planejamento alimentar, orientado por um nutricionista e prática de atividades físicas acompanhadas pelo médico.

Riscos para mãe e para o bebê

Para o bebê os maiores riscos decorrentes da diabetes na gestação são macrossomia (peso elevado do bebê ao nascer), redução da taxa de açúcar no sangue ao nascer (hipoglicemia), distúrbios respiratórios e prematuridade. Já para a mãe, além do aumento do risco de cesariana, a diabetes gestacional pode estar associada à toxemia gravídica, condição patológica da gravidez que provoca pressão alta, inchaço nas pernas e que pode desencadear trabalho de parto prematuramente.

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