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Experiência da Unimed Ponta Grossa com o Programa Segurança em Alta

Conteúdo orginalmente disponível no site da Unimed Ponta Grossa
02 de setembro, 2019

A preocupação com a qualidade assistencial e a segurança do paciente é um aspecto cada vez mais priorizado por prestadoras de serviço de saúde. Por isso, em conjunto com a Unimed Federação do Estado do Paraná, a Unimed Ponta Grossa implantou em dezembro de 2018 o Programa Segurança em Alta.O programa tem como objetivo contribuir para a melhoria do nível de segurança dos processos de atendimento aos pacientes internados nos hospitais da rede assistencial do Sistema Unimed no Paraná. É com o propósito de melhorar a entrega assistencial e a segurança para os pacientes, promovendo um sistema de saúde de excelência.

As três etapas do Programa se dividem em Diagnóstico e Melhoria, Qualificação e Manutenção. Se, durante a avaliação de manutenção da qualificação, o prestador recebe nota inferior a 7 volta ao processo de qualificação com acompanhamento técnico. A enfermeira de Gestão de Risco do Núcleo de Gestão em Qualidade da Unimed Ponta Grossa, Jhenifer Zaveruka, acompanha o processo de análise das áreas. A enfermeira afirma que o programa gerou grande oportunidade de melhorias para a cooperativa. “Ao analisarmos as áreas e identificar ‘não conformidades’, podemos direcioná-las para a regulamentação de seus processos. Mostramos normas, documentações e encaminhamos possíveis soluções para que o fluxo siga de forma correta e mudanças efetivas ocorram”, afirma. Esse processo permite que nossos serviços próprios não apenas se estabilizem no mercado – cada vez mais competitivo – mas também se destaquem.

Jhenifer declara que a metodologia implantada, com um checklist de mais de 700 itens de verificação de processos, dá muita base para a identificação de matriz de risco. Isso torna-se interessante para a Unimed Ponta Grossa a partir do momento que se contextualiza a conjuntura da cooperativa: a busca pelo nível 3 da acreditação pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). “O programa tem nos permitido identificar a situação que temos, ver se há falhas e, com os indicadores gerados, tentar calcular para quais cenários estamos nos encaminhando. Isso nos dá maior confiança em relação à qualidade dos serviços prestados, a satisfação do beneficiário e a redução das possibilidades de erros”, pontua.