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Picadas de mosquitos em bebês: o que fazer?

Picadas de mosquitos em bebês: o que fazer?

Veja como aliviar os sintomas e evitar doenças causadas por esses insetos

Picadas de mosquitos em bebês: o que fazer?

5 Janeiro 2023

 

A cena é comum, mas assusta muitos pais e mães: depois de uma noite quente, o bebê acorda incomodado e cheio de bolinhas vermelhas pelo corpo causadas por picadas de mosquito. Já aconteceu na sua casa?

 

 

Isso ocorre porque no calor os mosquitos se multiplicam e a pele fica mais exposta. Precisamos então ficar atentos. Além do risco de arboviroses causadas pelo Aedes aegypti (dengue, febre amarela, zika e chikungunya), picadas de pernilongos podem provocar coceiras, infecções ou alergias.

 

Vamos entender mais?
Neste artigo, você vai ver como lidar com as picadas de mosquito e como prevenir para que não aconteçam mais.

 

Como amenizar os sintomas de picadas de mosquito

O que a picada de mosquito pode causar?

Prevenir sempre. #TodosContraOMosquito

 

 

Como amenizar picadas de mosquitos em bebês

 

 

Como amenizar os sintomas de picadas de mosquito

 

As reações mais comuns das picadas de mosquitos e pernilongos são as pápulas (bolinhas) vermelhas, vesículas (bolhas de água) e prurido (coceira).

Banhos ou compressas geladas ajudam a aliviar a coceira. As bolinhas tendem a regredir naturalmente após alguns dias, sendo possível que ainda restem marquinhas escurecidas na região por mais alguns meses. Conforme a intensidade da reação, pediatras podem indicar a aplicação de pomadas ou mesmo medicamentos orais. Mas atenção: para isso, é fundamental ter orientação médica.

 

 

 

 

O que a picada de mosquito pode causar?

É sabido que picadas de mosquito Aedes aegypti podem provocar diversas doenças, chamadas de arboviroses. As mais conhecidas são: dengue, febre amarela, zika e chikungunya. A transmissão acontece quando o mosquito que picou está contaminado (ou seja, picou alguém doente antes).

Porém, não é possível identificar se a picada foi de um mosquito do tipo Aedes ou não, pois os sintomas imediatos costumam ser os mesmos. Assim, é preciso ficar atento a demais sinais nos dias seguintes.

Em caso de febre, dor no corpo, dor de cabeça, manchas vermelhas pelo corpo, recomenda-se buscar orientação médica.

 

 

amenizar picadas de mosquitos

 

Mesmo os pernilongos comuns podem provocar incômodos.

A reação alérgica à saliva de insetos é chamada de prurigo estrófulo e dificilmente ocorre antes dos 6 meses de vida, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria.

Além do desconforto, a coceira no local da picada pode abrir espaço para a entrada de bactérias e infecções. Por isso, é importante orientar a criança a não coçar, e, sabendo da dificuldade dessa tarefa, manter as mãos dela bem higienizadas e com as unhas curtas.

 

Outros insetos

Picadas de outros insetos, como vespas, abelhas e formigas, podem provocar reações alérgicas mais severas, como a anafilaxia.

Procure o pronto atendimento imediatamente se além da vermelhidão local houver sintomas como: falta de ar, náuseas, vômitos e diarreia, mal-estar ou inchaços nos lábios, pálpebras, orelhas, na virilha, pés ou mãos. Se o inseto deixou ferrão na pele, o ideal é retirar no pronto atendimento, mesmo que a criança não seja alérgica.

 

 

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Picadas de insetos eventualmente ocorrem, é difícil evitar todas. Mas alguns cuidados ajudam a diminuir a incidência.
Confira as dicas:

 

1. Eliminar focos de água parada em casa, removendo lixos e entulhos que possam servir de criadouro para mosquitos.
2.   Instalar telas nas janelas de casa.
3.   Utilizar mosquiteiros em camas, berços e carrinhos de passeio. Observar que o tamanho dos poros do tule não ultrapasse 1,5 milímetros.
4.   Aplicar repelentes à base de permetrina nos tecidos de telas, cortinas e mosquiteiros (reaplicar conforme orientação do fabricante).
5.   Climatizar o ambiente com ar condicionado, se possível
6.   Se viável, deixar a criança com roupas de mangas longas, calças compridas e meias.
7.   Dedetizar a casa periodicamente.
8.   Usar repelentes elétricos – numa distância mínima de 2 metros da cama ou berço.
9.   Vacinar as crianças contra a febre amarela aos 9 meses de idade, com reforço aos 4 anos.
10.   Usar repelentes tópicos (de passar na pele) apropriados para a idade quando for para ambientes com mosquito durante o dia. Peça uma indicação de produto para o pediatra.

 

 

Ainda sobre repelentes tópicos, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que a aplicação seja feita pelo adulto, pois crianças podem levar as mãos à boca ou aos olhos. Produtos em spray devem ser aplicados ao ar livre. O repelente deve ser reaplicado conforme orientação do fabricante. Além disso, não se deve deixar a criança dormir com repelente (em casa, utilizar as medidas protetoras acima).

 

Vai para a praia ou para o campo com as crianças em região com mosquitos?Nesse caso a indicação é, primeiro, passar o protetor solar e depois o repelente.

Confira essa e outras dicas para viagens seguras e felizes em família em: Dicas de viagem para as férias.

 

Fontes: SBP 1, 2 | SBD | SBIM | ASBAI


Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil

Revisão técnica: equipe médica da Unimed do Brasil


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