Unimed Cerrado divulga Relatório de Transparência e Igualdade Salarial do 1º Semestre de 2026 - Unimed Cerrado

Unimed Cerrado divulga Relatório de Transparência e Igualdade Salarial do 1º Semestre de 2026

Documento evidencia avanços na equidade de gênero e reforça compromisso institucional com diversidade, inclusão e valorização de pessoas
02 de abril, 2026

 

No Brasil, a desigualdade salarial entre homens e mulheres ainda é uma realidade. Segundo o 4º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, mulheres recebem, em média, 21,2% menos do que homens em empresas com 100 ou mais colaboradores. No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o tema ganha ainda mais relevância, cenário em que a Unimed Cerrado se destaca de forma positiva, ao avançar consistentemente na promoção da equidade salarial.

Esse avanço pode ser observado na evolução dos indicadores ao longo dos últimos ciclos. No primeiro semestre de 2025, o salário contratual mediano das mulheres correspondia a 103,7% do valor recebido pelos homens. Já no segundo semestre do mesmo ano, o índice se manteve acima da paridade, em 101%, enquanto a remuneração média feminina avançou de 74,5% para 92,8%, demonstrando um progresso consistente na redução das desigualdades.

Em 2026, os dados mais recentes indicam a continuidade desse compromisso. O salário contratual mediano entre mulheres e homens atingiu paridade (100%), enquanto a remuneração mensal média feminina corresponde a 81% da masculina. Embora o indicador apresente variação em relação ao semestre anterior, ele se mantém acima do cenário nacional e reforça a atuação contínua da cooperativa na construção de um ambiente mais justo e equilibrado.

Perfil dos colaboradores e diversidade

De acordo com o relatório, a Unimed Cerrado conta atualmente com 154 colaboradores ativos, sendo 73% mulheres e 27% homens, evidenciando a forte presença feminina na cooperativa. A análise por raça/cor demonstra um ambiente diverso, com predominância de mulheres negras (62%), seguidas por homens negros (25%), mulheres não negras (11%) e homens não negros (3%), reforçando o compromisso com políticas de inclusão e diversidade.

Diferenças por grupos ocupacionais

A análise por grandes grupos ocupacionais revela cenários distintos. Entre dirigentes e gerentes, a remuneração média das mulheres corresponde a 36,2% da recebida pelos homens, indicando desafios relevantes em cargos de liderança. Já entre profissionais de nível superior, esse índice chega a 68%, demonstrando maior equilíbrio. Nos cargos administrativos, a remuneração feminina corresponde a 44,9% da masculina, refletindo os diferentes contextos das funções e reforçando o compromisso contínuo da cooperativa em aprimorar suas práticas de equidade e valorização profissional em todos os níveis da organização.

Compromisso com equidade e governança

Além dos dados salariais, o relatório evidencia os critérios adotados pela cooperativa para garantir remuneração justa, como planos de cargos e salários, tempo de experiência profissional e ações voltadas à promoção da diversidade.

“A transparência e a valorização das pessoas são pilares fundamentais da nossa gestão. Os dados apresentados refletem nosso compromisso contínuo em promover um ambiente cada vez mais justo, inclusivo e alinhado às melhores práticas de governança”, destaca a diretora-presidente da Unimed Cerrado, Shirley Pádua.

A divulgação do relatório atende à legislação vigente e reforça o alinhamento da cooperativa aos princípios de responsabilidade social e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 5, que trata da igualdade de gênero.

Ao consolidar avanços e identificar oportunidades de melhoria, a Unimed Cerrado reafirma seu propósito de construir um ambiente organizacional mais equitativo, fortalecendo suas equipes, promovendo a diversidade e ampliando seu impacto positivo na sociedade.
 

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