Março Lilás: Prevenção do câncer de colo de útero

Em março, o projeto Aquarela da Saúde da Unimed Jundiaí ganha o tom lilás para conscientizar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de colo de útero, o terceiro tipo de tumor mais incidente na população feminina no Brasil.

Também chamado de câncer cervical, essa doença é causada pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV). Embora seja uma infecção muito comum, em alguns casos ocorrem alterações celulares que, se não tratadas, podem evoluir para o câncer ao longo dos anos.

A boa notícia? Este é um dos tipos de câncer com maior potencial de prevenção e cura quando descoberto precocemente.

Como prevenir?

Vacinação contra o HPV: disponível gratuitamente no SUS para meninas e meninos de 9 a 14 anos, a vacina é a forma mais eficaz de evitar a infecção pelos tipos de vírus que mais causam câncer.

Exame preventivo (Papanicolau): o exame é essencial para identificar células anormais (lesões) no colo do útero. Quando essas alterações são tratadas cedo, evita-se que virem câncer. É indicado para mulheres entre 25 e 64 anos.

DNA-HPV oncogênico: um teste molecular de alta sensibilidade que detecta material genético de tipos de HPV de "alto risco" (especialmente 16 e 18), responsáveis por cerca de 70% dos cânceres de colo de útero. Ele identifica o vírus antes da alteração celular.

Uso de preservativos: o uso do preservativo reduz o risco de transmissão do HPV, além de proteger contra outras infecções sexualmente transmissíveis.

Sintomas e sinais de alerta

O câncer de colo de útero é uma doença silenciosa em seu estágio inicial. Por isso, as consultas de rotina com o médico ginecologista são tão importantes. Em fases mais avançadas, podem surgir:

•   Sangramento vaginal anormal (fora do período menstrual ou após a relação sexual)
•    Dor pélvica persistente
•    Alteração no corrimento vaginal (cor ou odor)

Diagnóstico e tratamento

Se houver suspeita, o diagnóstico é confirmado por biópsia. O tratamento varia de acordo com o estágio da doença e as condições da paciente, mas as principais opções são cirurgia para retirada da lesão ou do útero, radioterapia e quimioterapia, que podem ser feitas de forma isolada ou combinada

Não deixe sua saúde para depois, aproveite este mês para atualizar seus exames preventivos e conversar com seu ginecologista.

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Fontes: Ministério da SaúdeOncoguiaHospital Albert Einstein