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Voltar Mulheres são 72,2% da força de trabalho do Hospital Unimed Campina Grande

Mulheres são 72,2% da força de trabalho do Hospital Unimed Campina Grande

Relatório de Transparência e Igualdade Salarial mostra predominância feminina no HUniCG e indicadores gerais de remuneração das mulheres superiores aos dos homens.
Texto: SECOM/UNIMED
29 de setembro, 2026

A presença feminina é predominante na força de trabalho do Hospital Unimed Campina Grande (HUniCG). É o que revela o Relatório de Transparência e Igualdade Salarial de Mulheres e Homens – 2º semestre de 2026, que apresenta dados sobre remuneração, diversidade e composição do quadro funcional da unidade.

De acordo com o levantamento, o Hospital conta com 634 trabalhadores ativos, dos quais 72,2% são mulheres e 27,8% homens, evidenciando a expressiva participação feminina nas atividades da unidade hospitalar.

Elaborado a partir de informações oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o relatório também apresenta indicadores gerais de remuneração nos quais os percentuais femininos superam os masculinos.

No salário contratual mediano, as mulheres recebem o equivalente a 109,5% do valor recebido pelos homens. Já quando considerada a remuneração mensal média, o percentual feminino corresponde a 101,2% da remuneração masculina.

 

Um olhar sobre os diferentes grupos ocupacionais

 

Quando os dados são observados de forma mais estratificada, por grupos ocupacionais, surgem diferenças que permitem compreender melhor o cenário.

Entre os profissionais em ocupações de nível superior, a remuneração média mensal das mulheres corresponde a 124,3% da masculina, chegando a 142,3% quando considerado o salário contratual mediano. Nos serviços administrativos, os percentuais são de 106,3% na remuneração média mensal e 102,2% no salário contratual mediano.

Já entre os técnicos de nível médio, a remuneração média mensal feminina corresponde a 80,2% da masculina, embora o salário contratual mediano esteja em 100%. Nas atividades operacionais, a remuneração média das mulheres equivale a 90,2%, enquanto o salário contratual mediano também registra 100%.

Os números demonstram, portanto, que os indicadores gerais positivos convivem com particularidades entre os diferentes grupos ocupacionais, reforçando a importância do acompanhamento permanente dos dados como instrumento para o avanço das políticas de equidade.

Diversidade também aparece na composição do quadro

Além dos indicadores remuneratórios, o relatório apresenta informações sobre a composição do quadro funcional por sexo e raça/cor, ampliando o olhar sobre diversidade e representatividade dentro do Hospital.

As mulheres negras constituem o maior grupo entre os trabalhadores do HUniCG, representando 46,1% de todo o quadro funcional. As mulheres não negras correspondem a 26,2%, enquanto os homens negros representam 17,8% e os homens não negros, 9,9%.

O relatório também registra iniciativas relacionadas à promoção da diversidade e da equidade, entre elas políticas de promoção de mulheres para cargos de direção e gerência, ações voltadas à contratação de mulheres pertencentes a diferentes grupos sociais, apoio ao compartilhamento das obrigações familiares e medidas destinadas à ampliação da diversidade.

Em pouco mais de um ano de funcionamento, o HUniCG apresenta, assim, um quadro funcional marcado pela expressiva presença feminina, acompanhado de indicadores gerais de remuneração favoráveis às mulheres e de iniciativas voltadas à diversidade. Ao mesmo tempo, a análise dos diferentes grupos ocupacionais permite identificar aspectos que permanecem importantes para acompanhamento e para o contínuo aprimoramento das práticas de equidade nas relações de trabalho.

Os dados têm como fonte o Ministério do Trabalho e Emprego, eSocial e RAIS Mensal. Os vínculos ativos correspondem a junho de 2026, enquanto as remunerações consideram o período de julho de 2025 a junho de 2026. As informações complementares foram coletadas pelo Portal Emprega Brasil em agosto de 2026.

 

CONFIRA AQUI O RELATÓRIO NA ÍNTEGRA