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Segundo dados do SISVAN (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional), 34% da população brasileira está com algum nível de obesidade, condição afeta pessoas de todas as idades e aumenta o risco de hipertensão, diabetes e outras doenças crônicas.
Por isso, é cada vez mais importante entender essa condição e buscar adotar hábitos que promovam uma rotina mais saudável e preventiva.
A obesidade é caracterizada por um acúmulo excessivo de gordura corporal, geralmente resultado do desequilíbrio entre a ingestão e o gasto de energia.
Embora o sedentarismo e uma alimentação rica em ultraprocessados e pobre em nutrientes sejam fatores centrais, a obesidade é uma doença multifatorial, influenciada por aspectos como:
Dica: procurar ajuda profissional ao perceber ganho de peso é fundamental, pois mudar hábitos sozinho nem sempre é suficiente.
A obesidade vai muito além da estética. Essa condição aumenta a probabilidade de problemas como:
Em crianças e adolescentes, a obesidade também pode prejudicar o desempenho escolar e causar problemas emocionais, incluindo o bullying.
Evite alimentos ultraprocessados e industrializados, que possuem excesso de gordura, sódio e aditivos químicos. Prefira alimentos in natura, ricos em nutrientes e benéficos para a saúde cardiovascular.
Excesso de glicose e sódio favorece o acúmulo de gordura e retenção de líquidos, causando inchaço. Moderação é a chave para manter o equilíbrio metabólico.
Uma dieta saudável não precisa ser monótona. Inclua diferentes legumes, verduras, frutas, grãos e proteínas. A diversidade garante vitaminas e micronutrientes essenciais para o metabolismo.
Comer com atenção aumenta a saciedade e ajuda no controle do apetite. Mastigar bem os alimentos melhora a digestão e regula hormônios intestinais ligados à fome.
Combine exercícios aeróbicos com treinos de força. Além de gastar calorias, a musculação aumenta a massa muscular, acelera o metabolismo basal e contribui para a prevenção da obesidade.
Sabia que a amamentação também previne a obesidade em bebês?
Seguir a recomendação de manter o leite materno exclusivo até os 6 meses, e prolongar a amamentação até 24 meses ou mais, ajuda no desenvolvimento saudável e no controle da fome e saciedade. O leite materno fornece proteínas, vitaminas, minerais e hormônios que protegem o bebê contra a obesidade futura.
Pequenos passos fazem grande diferença
A prevenção da obesidade é resultado da combinação de alimentação equilibrada, atividade física, hábitos saudáveis e acompanhamento profissional.
Mudanças graduais e consistentes, respeitando os limites do corpo, garantem resultados duradouros e uma vida mais saudável e plena.
Fontes: Ministério da Saúde (1, 2), Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, Organização Mundial da Saúde, Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Revista Ciência & Saúde Coletiva, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício , Sociedade Brasileira de Pediatria
Agência SA365 | Edição e Revisão: Unimed do Brasil
Revisão técnica: equipe médica da Unimed do Brasil
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