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O sexo na terceira idade, para muitos, é considerado um tabu. O preconceito envolvendo pressão pela estética ou vigor físico da juventude pode fazer com que algumas pessoas tenham pudor em abordar esse tema com seus médicos ou parceiros.
Mas a sexualidade não deixa de existir conforme a pessoa envelhece. Ela apenas se transforma. A manutenção de uma vida sexual ativa, prazerosa e segura traz benefícios para a saúde emocional e física da população idosa. Para ajudar a desmistificar o tema, neste texto, vamos entender:
Com o passar dos anos, a produção hormonal diminui, a pele fica mais seca e também aumenta a incidência de problemas cardiovasculares. Tudo isso pode abalar a saúde física e psicológica de homens e mulheres – impactando diretamente também a sexualidade.
Nos homens, a redução da produção da testosterona pode acontecer a partir dos 40 anos e afetar a função erétil.
Nas mulheres, a aproximação da menopausa também é acompanhada de redução hormonal – e da lubrificação natural da vagina. Isso pode reduzir a libido e provocar desconfortos durante o ato sexual.
Quando as questões fisiológicas (relacionadas ao organismo) se somam a preconceitos etários, têm-se a redução do interesse pela busca do prazer. Mas não precisa ser assim! É possível e benéfico manter a sexualidade ativa independentemente da idade, conforme veremos nas dicas a seguir.
Prazer não tem raça, gênero – nem idade máxima. Quanto aos aspectos fisiológicos, eles podem ser contornados. Confira as dicas:
Fontes: Governo do Estado do Rio de Janeiro, Unimed Rio Preto
Agência Babushka | Edição e Revisão: Unimed do Brasil
Revisão técnica: equipe médica da Unimed do Brasil
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