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Hospital Unimed realiza milésima cirurgia cardíaca em Americana

Marca foi alcançada em dezembro, após 15 anos; hospital investiu em tecnologia e qualificação de equipes médicas
        22 de janeiro, 2024
No final de dezembro, equipes do Hospital Unimed Americana conquistaram um importante marco: a realização da milésima cirurgia cardíaca na unidade. Em entrevista ao LIBERAL, o cirurgião cardíaco Gustavo Fernandes Carneiro, que integra a equipe cirúrgica junto com o cirurgião Rodrigo Cesar de Souza Pansani, explicou como o hospital particular se tornou uma referência na área.


Os médicos cardiologistas Gustavo Carneiro, Marcelo Bergamo e Rodrigo Pansani, parte da equipe da Unimed - Foto: Divulgação Unimed

O Hospital Unimed Americana atua há 15 anos no segmento de cirurgias cardíacas. Nos primeiros anos, entre 15 e 20 pacientes eram submetidos às operações no local a cada ano.

Mas a resistência daqueles que antes preferiam buscar grandes centros em Campinas ou São Paulo para os procedimentos, aos poucos, foi dando espaço para a confiança. Hoje, a média é de 100 operações cardíacas anualmente, inclusive de pacientes de outras regiões e convênios.

Segundo os médicos, pelo menos 80% das operações realizadas no hospital são cirurgias de revascularização do miocárdio, popularmente chamadas de pontes de safena. Com exceção das cirurgias cardíacas neonatal e pediátrica, todas as outras, com diferentes níveis de complexidade, são realizadas no Hospital Unimed Americana.

Para diminuir complicações e agilizar a alta precoce, vantajosa não só para o paciente e sua família, mas também para o sistema hospitalar, a Unimed investiu em materiais com tecnologia de ponta e qualificação das equipes multidisciplinares envolvidas nos atendimentos.

Para se ter uma ideia, o “Heart Team” (“time do coração”, em tradução livre do inglês), como se chama o grupo de médicos especialistas em diferentes áreas da cardiologia, é composto por sete ou oito profissionais, focados em diferentes funções, dedicando-se durante toda a cirurgia. Após a alta, o acompanhamento multidisciplinar continua para a etapa de reabilitação cardiopulmonar.

“Hoje conseguimos fazer o melhor tratamento possível para o paciente, como se ele estivesse no Hospital Israelita Albert Einstein, no Hospital Alemão Oswaldo Cruz ou no Hospital Sírio-Libanês. O mesmo material, as mesmas válvulas, são disponibilizadas pela Unimed”, afirma Gustavo, que destaca também a qualidade do atendimento da equipe de enfermagem.

E se antes os pacientes que operavam o coração precisavam ficar pelo menos um mês internados, e recebiam alta com dores, em cadeiras de rodas, segundo Rodrigo, hoje o tempo de recuperação é muito menor.

“Em muitos hospitais, o paciente opera e vai para casa entre oito e 10 dias, aqui são cinco a seis. Com todo o aparato de enfermagem e fisioterapia, no terceiro dia, no máximo, o paciente está andando”, afirma.

De acordo com os médicos, a possibilidade de tratamento próximo de casa e dos familiares, bem como as altas precoces, contribuem para a rapidez na recuperação total dos pacientes. E a meta, considerando a evolução na expectativa de vida do brasileiro, é que eles possam voltar às suas atividades e ter qualidade de vida.
 

O milésimo paciente

Mesmo com a rotina ativa, Antonio Luis Paro, de 69 anos, começou a sentir falta de ar. Após exames investigativos, foi constatado um quadro de degeneração da válvula mitral e insuficiência da válvula tricúspide. A situação o levou à cirurgia, realizada no dia 19 de dezembro de 2023.


Antonio Luiz Paro, o milésimo paciente, em recuperação na fisioterapia – Foto: Divulgação Unimed

Os médicos da equipe cirúrgica explicam que o procedimento combinado não é comum no Brasil e que foi escolhido para melhorar a função do coração e a hipertensão pulmonar do paciente.

“Com a insuficiência destas duas válvulas o coração começa a dilatar e pode ter um comprometimento importante. O procedimento na válvula tricúspide visa evitar também a hipertensão pulmonar, que é um quadro extremamente grave e em grandes elevações pode causar sérias consequências ao pulmão”, detalhou o médico Gustavo Fernandes Carneiro.

Beneficiário da Unimed há 40 anos, Antonio conta ter sentido confiança em saber que o procedimento seria feito no hospital e elogiou o atendimento dos médicos e da equipe de enfermagem.

Com o coração renovado, e agora em fisioterapia, Antonio diz que já tem planos para aproveitar 2024 com a família. “Estou feliz por poder retomar minhas atividades em breve e vou curtir bastante a companhia dos meus netos”, destacou.

Conteúdo extraído do site www.liberal.com.br

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Conteúdo revisado em 25/01/2022